![]() |
EDITORIAL EDITORIAL VACINAS – A IMUNIZAÇÃO DA CONTINUIDADE HUMANA. A primeira vacina foi criada no século XVIII pelo médico Britânico Edward Jenner. Ele inoculou secreções de uma mulher contaminada com “varíola bovina” em um garoto, que após algum tempo esse tornou se incólume à doença, assim iniciou se a propriedade da imunização. O nome dado à vacina é oriundo da palavra deriva do latim “vaccinus”, originário da palavra vaca que foi usada na origem da vacina. Em 9 de junho é comemorado o Dia Nacional da Imunização e isso contribui para alertarmos e sabermos que o Brasil culturalmente e historicamente tem essa propriedade de imunização como muita sapiência. Vacinas são essenciais para a continuidade saudável da espécie humana, contribuem para o desenvolvimento e conquistas da longevidade. Para uma continuidade desse assunto, não poderemos esquecer que vacinas para serem desenvolvidas com segurança e efetividade, levam anos, alguns cientistas indicam pelo menos 5, outros não menos que dez. Histórias de vacinas de desenvolvimentos apressados que ainda estão na memoria ou que foram usadas sem a preocupação de controle, não poderemos esquecer. Uma vacina desenvolvida para a pandemia da gripe A (H1N1) entre 2009-2010, após uma campanha em massa de vacinação, acarretou em várias pessoas na Suécia a doença crônica narcolepsia. Outro caso conhecido como o incidente “Cutter”, uma vacina produzida nos anos de 1950 para prevenir a poliomielite. Esta empresa devolveu vacinas incorretamente processadas e após o seu uso algumas pessoas desenvolveram a poliomielite. No ano de 2019 infelizmente um novo coronavirus apareceu com um alto grau de virulência e em 2020 foi decretado mais uma pandemia na história mundial, denominada de Covid – 19. Para tal fato, inúmeras vacinas estão sendo ou foram produzidas para combater esse mortal vírus que matou milhões de pessoas e ainda continuam infectando e matando. Essas vacinas estão sendo inoculadas em milhões de indivíduos no mundo, mesmo sabendo se que vacinas seguras e eficazes levam anos para serem aplicadas em humanos, devendo se percorrer todo o processo de pesquisa. Essas vacinas estão contribuindo e muito para a preservação da raça humana, e necessitam serem atualizadas principalmente pela alta mutação desse novo coronavírus. Precisamos estar alerta a esses fatos históricos e aos atuais, pois estão comprovadas que essas novas vacinas estão promovendo reações indesejáveis podendo em alguns casos, já relatados, levar ao óbito pessoas que foram inoculadas pela imunização contra o Covid-19.
MARCELO COEHO GOIATO Prof. Titular da Faculdade de Odontologia de Araçatuba/Unesp
|
CONTEÚDO – CONTENTS
|